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Fique atenta à sua Saúde Íntima

Às vezes a gente acha que está com a saúde íntima em…

Às vezes a gente acha que está com a saúde íntima em dia, mas alguns hábitos podem provocar problemas.

Você sabia que, por exemplo, usar o chuveirinho depois de ir ao banheiro pode ser prejudicial? Apesar da aparente higienização, o hábito pode desequilibrar as bactérias naturais da flora vaginal.

Outros costumes que não favorecem a saúde íntima feminina são:

  • depilação total da região íntima;
  • calças apertadas e calcinhas que não são de algodão;
  • ficar com a roupa molhada depois de ir à praia ou piscina.

Por outro lado, muita gente pensa que protetores diários de calcinha não são uma boa ideia. Mas seu material é muito mais fino e permite que a pele respire, ao contrário dos absorventes íntimos.

Se a gente descuidar, pode sofrer com irritação vaginal, aumento na mucosidade, mau odor além de infecções vaginais e urinárias.

Saúde Íntima – Dicas

Para evitar doenças, não tem segredo, basta seguirmos algumas recomendações:

  • dormir sem roupa íntima;
  • usar papel higiênico macio ou lenços umedecidos;
  • absorventes internos devem ser trocados a cada 6 horas;
  • absorventes externos devem ser trocados a cada 4 horas;
  • dê preferência a calcinhas de algodão e calças mais folgadas;
  • não remova totalmente os pelos, eles ajudam a proteger a região.

E sempre vale lembrar, cada mulher é única. Então, sempre busque orientação com sua ginecologista. Além disso, não deixe de fazer os exames periódicos.

Você pode pré-agendar seus exames no Femme – Laboratório da Mulher, que tem mais de 30 anos de dedicação à saúde feminina, pelo telefone 11 3050 9043, pelo site ou pelo aplicativo para Android e iPhone.

 

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DSTs – O Que Fazer Para Evitá-las?

DSTs – doenças sexualmentes transmissíveis. A gente não tem o hábito de…

DSTs – doenças sexualmentes transmissíveis. A gente não tem o hábito de pensar muito nelas, mas deveria.

 

Os números de casos das doenças vêm aumentando bastante em todo o mundo. Só no estado de São Paulo, as ocorrências de sífilis por meio de contato sexual aumentaram mais de 600% em 6 anos, segundo a Secretaria Estadual de Saúde.

 

Por isso, o sexo com proteção, principal modo de prevenção, é muito importante, inclusive para mulheres que estão numa relação estável, mesmo casadas.

 

DSTs E SINTOMAS

 

As doenças sexualmente transmissíveis mais comuns e seus sintomas são:

 

  • Sífilis – cerca de 20 dias depois da relação sexual, surge uma pequena ferida na vagina. Se estiver grávida, cuidado! A doença pode causar aborto ou má-formação do bebê;

 

  • Gonorreia – nas mulheres, pode causar corrimento vaginal amarelado e odor vaginal forte. A doença pode provocar uma inflamação na pélvis que, em alguns casos, pode ser fatal;

 

  • Herpes genital – assim como na herpes labial, surgem bolhas na pele dos órgãos genitais que causam ardência;

 

  • Clamídia – os sintomas são discretos, às vezes ocorrem dor genital e secreção. Em casos graves pode levar à infertilidade;

 

  • Candidíase – infecção que gera corrimento esbranquiçado, coceira e inflamação na região genital;

 

  • HPV – o papilomavírus humano tem como sintoma verrugas, popularmente conhecidas como crista de galo, genitais. O HPV é o principal fator de risco para surgimento do câncer do colo do útero.

 

Além do sexo com camisinha, é importante para prevenir essas doenças visitar regularmente seu ginecologista. Por meio de exames clínicos e laboratoriais, o médico pode verificar se sua saúde está top!

 

O exame de Colpocitologia Oncótica, mais conhecido como Papanicolau, é utilizado para prevenir o câncer de colo uterino.

 

Este e outros exames você pode realizar, a pedido do seu médico, no Femme – Laboratório da Mulher, que alia tecnologia a um conceito que tem a mulher como propósito.  Você pode pré-agendar seus exames no Femme – Laboratório da Mulher pelo site, telefone (11 3050 9043) ou pelo aplicativo para Android e iPhone.

 

supergonorreia

Supergonorreia: Entenda o que é e quais os riscos

Nos últimos meses surgiram notícias sobre o surgimento de casos pelo mundo…

Nos últimos meses surgiram notícias sobre o surgimento de casos pelo mundo de uma DST chamada “supergonorreia”.

A OMS – Organização Mundial da Saúde – até emitiu um alerta em julho para que as pessoas não deixem de se prevenir contra doenças sexualmente transmissíveis.

Teodora Wi, epidemiologista da OMS, disse que foram encontrados três casos – na Espanha, França e Japão – em que a infecção foi considerada sem tratamento.

 

Mas o que é essa Supergonorreia? Como ela se difere da gonorreia comum?

Buscamos respostas com a Dra. Simone Ghelman, Coordenadora do setor de Colposcopia do Femme – Laboratório da Mulher.

“A Supergonorreia é uma variação da Gonorreia, que é uma doença causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae que se tornou uma superbactéria, ou seja, desenvolveu mecanismos de resistência a antibióticos e tratamentos existentes para a doença,” explica a médica.

Mas o que gerou essa mutação na bactéria? “Provavelmente, essa resistência foi causada pelo uso irregular dos antibióticos recomendados,” avalia a especialista, que complementa. 

“Segundo as pesquisas mais recentes, a mutação tem capacidade de desenvolver barreiras contra as medicações existentes e recomendadas para o tratamento, e representa uma ameaça à saúde pública global.”

Como a gonorreia comum, é uma DST transmitida também pelo sexo oral, mas que se diferencia pela insucesso do tratamento clínico, afirma a Dra. Simone.

“Em alguns casos não há sintomas, o que acaba impossibilitando o diagnóstico precoce e início do tratamento,” alerta.

“Quando aparentes, os sintomas são: uretrite (inflamação infecciosa da uretra), secreção semelhante a pus pela uretra, aumento do corrimento vaginal, micção dolorosa, dor pélvica, sintomas de infecção da garganta (faringite), coceira anal e conjuntivite (em neonatos).”

supergonorreia

Como diagnosticar a Supergonorreia?

Existem exames para detectar a doença? “Os exames de métodos moleculares permitem a detecção direta do patógeno Neisseria gonorrhoeae pela técnica de PCR,” diz a médica.

“A pesquisa pela cultura bacteriana pode ser realizada, porém algumas interferências na coleta, acondicionamento e transporte da amostra podem diminuir a acurácia do resultado.”

A melhor forma de prevenção da doença, adverte Dra. Simone, é o uso de preservativos. “A diminuição do uso entre adultos jovens foi uma das causas para o aparecimento desta infestação,” explica.

Não deixe de se consultar com seu médico regularmente e faça seus exames de rotina em um local com alta tecnologia e atendimento humanizado. Faça seu pré-agendamento no Femme – Laboratório da Mulher, através do nosso site, telefone (11 3050-9043) e aplicativo para Android e iOS.

 

mulher sentindo dor por infecção urinária

Infecção do Trato Urinário: Como Tratar

Causada por micro-organismos, a ITU – Infecção do Trato Urinário é tida…

Causada por micro-organismos, a ITU – Infecção do Trato Urinário é tida como uma das infecções mais comuns na população, atingindo cerca de 2 milhões de pessoas no Brasil, com maior número de casos entre mulheres.

Ocorre geralmente na bexiga ou uretra, ocasionando dores e ardência ao urinar. Em alguns casos, quando se dá nos rins, é considerada mais grave, podendo evoluir para sepse, a infecção generalizada.

diagnóstico e tratamento

O diagnóstico é feito a partir de exames de imagem e laboratoriais, como de urina e hemograma, e o tratamento a ser definido pelo médico em casos mais simples não costuma durar mais do que algumas semanas.

Ao realizar seus exames, procure um laboratório dedicado à saúde feminina, com atendimento humanizado e alta tecnologia. Pré-agende seus exames no Femme – Laboratório da Mulher.